“46 Anos de Independência de Guiné-Bissau”

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“46 Anos de Independência de Guiné-Bissau”. Evento marca os 46 anos de independência de Guiné-Bissau com balanço e debate de perspectivas

Desde a sua independência em 1973, Guiné-Bissau vive uma instabilidade política que reflete em todos os âmbitos do país, prejudicando bastante o seu desenvolvimento.

Apenas um presidente eleito concluiu o mandato de 5 anos.

O país só começou a mostrar avanços econômicos depois que um pacto de estabilidade foi assinado entre os principais partidos políticos.

Para celebrar a data, João Alexandre Mendes Teixeira e Benazira Djoco, ambos guineenses e estudantes residentes no Brasil a mais de 10 anos, organizaram, em nome da comunidade guineense no estado de São Paulo, o evento “46 Anos de Independência de Guiné-Bissau: Balanço e Perspectiva”, que acontecerá no Auditório Prestes Maia da Câmara Municipal de São Paulo, no próximo dia 28 a partir das 13h30min.

"46 Anos de Independência de Guiné-Bissau"

A proposta é tratar da trajetória, avanços e novas perspectivas do país com a comunidade de São Paulo.

A programação conta com a conferência da Drª. Patrícia Godinho Gomes, pesquisadora associada do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa da Guiné-Bissau e membro associado do Conselho para o Desenvolvimento da Pesquisa em Ciências Sociais em África (Codesria).

Serviço

“46 Anos de Independência de Guiné-Bissau: Balanço e Perspectiva”

Local: Auditório Prestes Maia da Câmara Municipal de São Paulo

Viaduto Jacareí, 100 Bela Vista – São Paulo, SP

Data: 28.09.2019 a partir das 13h30min.

Acesso livre

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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau, oficialmente República da Guiné-Bissau, é um país da África Ocidental que faz fronteira com o Senegal ao norte, Guiné ao sul e ao leste e com o Oceano Atlântico a oeste.

O território guineense abrange 36.125 km quadrados de área, com uma população estimada de 1,6 milhão de pessoas.

Guiné-Bissau fazia parte do Reino de Gabu, bem como parte do Império do Mali.

Partes deste reino persistiram até o século XVIII, enquanto algumas outras estavam sob domínio do Império Português desde o século XVI.

No século XIX, a região foi colonizada e passou a ser referida Guiné Portuguesa.

Após a independência, declarada em 1973 e reconhecida em 1974, o nome de sua capital, Bissau, foi adicionada ao nome do país para evitar confusão com a Guiné (a antiga Guiné Francesa) e a Guiné Equatorial (antiga Guiné Espanhola).

Foi a primeira colonia portuguesa no continente africano a ter a independência reconhecida por Portugal.

Guiné-Bissau tem um histórico de instabilidade política desde a sua independência e nenhum presidente eleito conseguiu completar com sucesso um mandato completo de cinco anos.

Apenas 27,1% da população fala português (primeira ou segunda língua), estabelecido como língua oficial durante o período colonial.

A grande maioria da população (90,4%) fala kriol, uma língua crioula baseada no português, enquanto o restante dos habitantes falam uma variedade de línguas africanas nativas.

As principais religiões são as religiões tradicionais africanas e o islamismo; há uma minoria cristã (principalmente católica romana).

O produto interno bruto (PIB) per capita do país é um dos mais baixos do mundo.

A Guiné-Bissau é membro da União Africana, Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental, Organização para a Cooperação Islâmica, União Latina, Comunidade de Países de Língua Portuguesa, Francofonia e da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul.

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