Lulli Chiaro e cantora teen Bia Jordão em novo CD

O álbum “Sala de Estar” será lançado pela Sony Music e trará participações de outros grandes nomes da música

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Lulli Chiaro confirma participação da cantora teen Bia Jordão em novo CD

O álbum “Sala de Estar” será lançado pela Sony Music e trará participações de outros grandes nomes da música

Decididamente o cantor, compositor e pianistaLulli Chiaro, promete fazer história com o seu novo álbum a ser lançado em breve pela Sony Music. Além das anunciadas participações de grandes nomes da música no tão esperado CD“Sala de Estar”, ele acaba de trazer mais uma novidade, a participação da atriz e cantora teen Bia Jordão.

Em companhia do produtor Paulo Fedato e do Maestro Giggio, Lulli recebeu a artista nos studios da Clarins Brasil, para a gravação do dueto na inédita e autoral, “Rinascerà”.

Estou muito feliz com a participação da Bia Jordão nesta canção, que fala de modo terno e gentil a relação de amor entre um pai e a sua filha. Com graça e muito talento ela abriu o coração, soltou a voz e com certeza engrandeceu ainda mais este meu novo trabalho” declarou Lulli Chiaro.

“Sala de Estar” terá 12 faixas, sendo 7 músicas inéditas autorais e 5 versões de sucessos para o italiano. Além de Bia Jordão, o trabalho conta com as participações de Ivan Lins, Daniel Boaventura, o Tenor Marcello Vannucci, a Orquestra Filarmônica de São Petersburgo e mais dois  últimos convidados a serem anunciados em breve.

Biografia

Nascido em uma família de artistas, já se fazia notar a sua natural vocação para a música.

Aos 7 anos de idade e sem jamais ter estudado, surpreendeu a todos ao tocar no acordeão de um certo vizinho, a canção preferida de sua mãe. Este vizinho desde então, tornou-se um seu querido incentivador. Seu nome… Adoniram Barbosa.

Aos 16 anos de idade compôs uma marchinha, Jardim de Infância, que foi gravada por Ronnie Von e ocupou os primeiros lugares nas paradas de sucesso da época. Colhendo os frutos de sua veia autoral, recebeu convites e gravou pela RCA VICTOR, RGE e WARNER CONTINENTAL.

Mas como diferente não haveria de ser, a sua ainda tenra carreira prometia duras penas. Vieram as dúvidas, os desafios e o velho dilema… ser ou não ser. Não poucas vezes, pensou em desistir e jogar vez por todas, seus planos e sonhos para o alto. Determinado e confiante porém, seguiu em frente os longos e imprevisíveis caminhos daquele mundo novo.

E se já não fossem tantas as pedras do caminho, tempos depois e por razões alheias a sua vontade, Lulli precisou abandonar a carreira musical. Seu Pai escritor e igualmente um combativo ativista político, veio a sofrer seguidas perseguições que o impediram de melhor prover as necessidades do lar. Sem outra alternativa e resignado, arregaçou as mangas, juntou-se aos irmãos e partiu em busca do pão nosso de cada dia. Afastado do mundo musical, dedicou-se paralelamente aos estudos, formando-se em Direito, Administração e Marketing.

Mas como o bom filho à casa sempre torna, em meio a juras de amor eterno, Lulli finalmente se reencontrou com a sua inesquecível amiga e companheira…a música. Foi convidado e participou como vocalista de um grupo musical, formado por Albino Infantozzi, Celso Pixinga, Danillo Galvão, Luís Lopes e Don Beto.

Como que tentando recuperar o tempo perdido e buscando uma melhor conjugação para as suas atividades de cantor, compositor e produtor, Lulli montou um pequeno Studio, Uniarts. Lá, produziu diversos trabalhos para outros artistas e compôs muitas…e novas…e belas canções. Ainda na Uniarts e em companhia de seu parceiro Giggio, recebeu o honroso convite para arranjar e produzir a obra Amistad, de autoria do Maestro João Carlos Martins, reconhecido internacionalmente como o maior intérprete de Johan Sebastian Bach.

E os dias, os meses, os anos se passaram…mas havia ainda um vazio, faltava ainda um pedaço.
Uma noite então, voltando para casa depois de uma gravação, Lulli ouviu no rádio a releitura de um antigo sucesso italiano. Freou repentinamente o carro e deixou-se levar pelo sentimento ainda vivo daquela linda canção. Ah…a bella, vecchia e incredibile Itália. Itália de perfumes e cores, Itália de alegrias e sabores, Itália de eternos e inesquecíveis amores.

E foi assim, ao lado de seu inseparável parceiro Giggio e das queridas poetisas Valéria Mindel e Carla Vercesi, que Lulli compôs, arranjou e produziu, o mais belo de seus trabalhos. Um álbum contendo 12 músicas inéditas em italiano.
Não restou então, nenhuma sombra sequer…o pedaço que estava faltando, era o romantismo sentido e envolvente…era o amor profundo e ardente.

Este álbum, recebeu tamanho tratamento e esmero, que demandou 5 longos meses para a sua finalização. A busca da almejada distinção, Lulli e Giggio não pouparam esforços e coragens…inspirações e transpirações. Se atentaram com extremado zelo, carinho e rigor, a cada frase, a cada movimento, a cada expressão contida neste trabalho.
Participaram ainda desta obra, reconhecidos músicos do país que a engrandeceram sobre maneira com os seus raros e sentidos talentos.

Após a noite de audição deste álbum, colhemos algumas das tantas entusiastas opiniões:
“Sentido”, “Esmerado”, “Envolvente”, “Uma inesquecível viagem” “O vazio que havia, foi finalmente preenchido”

“Os ouvidos e o coração, agradecem” “A verdadeira música, ainda é capaz em nos fazer felizes”

 

 

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