Maio será um mês decisivo para o Palácio do Planalto

Aliados e líderes no Congresso afirmam que, para conseguir destravar as votações no Legislativo, Temer terá de atender pedidos represados de cargos.

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Maio será um mês decisivo na aprovação de projetos no Congresso Nacional

Maio será decisivo para o Palácio do Planalto. Até aqui,  o governo não tem tido muito sucesso.

Aliados e líderes no Congresso afirmam que, para conseguir destravar as votações no Legislativo, Temer deverá atender pedidos represados de cargos.

Um exemplo citado na Câmara dos Deputados é uma pendência do PR.

Que recebeu a promessa do governo de nomear um nome do partido para uma secretaria do Ministério das Cidades, que não foi cumprida.

O MDB, também está insatisfeito porque deseja nomear um afilhado para o Ministério da Educação, comandado pelo DEM.

Maio será um mês decisivo para o Palácio do Planalto

Na avaliação de aliados do governo, Temer precisa entrar pessoalmente nas negociações, como fez em outras oportunidades.

Como as votações das denúncias contra ele, se deseja realmente voltar a aprovar projetos de sua agenda econômica.

Aquela anunciada depois que o governo jogou a toalha e desistiu de votar a reforma da Previdência Social, por falta de votos.

Além dos cargos, o Palácio do Planalto também precisa acelerar, a liberação de recursos das emendas parlamentares.

Em ano de eleição, esses recursos são considerados essenciais pelos parlamentares para tentarem a reeleição.

Nesta linha,  o presidente divulgou, sanção de projeto que vai liberar R$ 4 bilhões para governadores e prefeitos.

O prazo para o governo conseguir aprovar projetos de seu interesse no Legislativo está no fim.

Segundo líderes, se o Planalto não conseguir aprovar medidas na Câmara em maio/junho, depois ficará impossível.

No próximo mês,  o país entra na Copa do Mundo e os políticos do Nordeste concentram suas atividades nas festas juninas.

Se Temer conseguir resolver as pendências para sua base aliada, Rodrigo Maia e Eduardo Guardia, acreditam na aprovação de pelo menos três projetos:

-cadastro positivo, duplicata eletrônica e re-oneração da folha de pagamento.

Maia e Guardia têm buscado fechar negociações para fazer avançar alguns projetos da agenda econômica.

No caso da re-oneração da folha de pagamento, a equipe econômica aceita a proposta do Congresso, de manter mais setores com  benefício da desoneração.
Em contrapartida, porém, defende que o benefício deixe de vigorar a partir de janeiro de 2021.
Já a privatização da Eletrobras segue mais difícil.

Temer vai cobrar de seus líderes que mostrem como suas bancadas estão em relação ao tema.

Hoje, a avaliação é que os líderes não querem se comprometer com a proposta.

Se projeto não for aprovado, não haverá tempo para fazer a operação de capitalização da estatal ainda neste ano.

O governo ainda tentará aprovar a medida neste ano no Congresso, mesmo que a operação fique apenas para o próximo ano.

“Precisamos pelo menos deixar tudo pronto para o próximo governo”, afirmam assessores de Temer.

Fonte: Globo

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