William e Kate Middleton: Traição na Monarquia Britânica

Psicólogo Alexandre Bez fala sobre os aspectos mais comuns da infidelidade

Não se falou em outra coisa no noticiário de celebridades do mundo inteiro no começo desta semana: a divulgação de supostas fotos que comprometem o matrimônio do príncipe William e Kate Middleton.

Sempre uma notícia de traição envolvendo famosos, chama a atenção da grande mídia. Especialmente quando se trata de uma família real.

A traição nunca é positiva, porém, ela pode indicar várias características acerca dos componentes do casal, como também da própria relação.  


Créditos: Reprodução da Internet

O importante numa situação de uma traição é nunca julgar, primeiro — mas entender, ou tentar, o que está se passando na vida do casal.

E simultaneamente, na própria psicodinâmica do casal.

Algumas situações, entretanto, não migram à “consumação carnal” ficando no âmago da “imaginação compulsória incondicional”. Mas o que seria isso?

O Psicólogo e escritor Alexandre Bez explica: “Nessas situações a pessoa não trair realmente, mas necessita dessa fantasia para assim, tentar dar um Up na sua relação.  

Outras já traem, com completa convicção e consciência — tendo inclusive uma enorme satisfação carnal-mental na ação”.

Nesse caso da realeza, não podemos esquecer um sério agravante — a carga psicogenética.

Pois seu pai, Príncipe de Gales, já casou tendo uma amante.

Psicologicamente, esse dado pode ser compreendido pelo cérebro, como sendo normal.  

 “Outro agravante também, se faz através da “convivência habitual” entre casais amigos, aonde começa a ser despertado um impulso incontrolável de desejo , no inconsciente daquele que fora acionado o desejo”, completa Alexandre.

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